Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 02/04/2020

Sabe-se que no antigo império romano a falta de saneamento era evidente, algo que até mesmo resultava no descarte de fezes nas ruas, logo a população exposta a esses esgotos a céu aberto contraiam várias doenças. Assim, o número de óbitos eram muito altos e a proliferação ocorria facilmente, contudo mesmo depois de anos, países como o Brasil com uma grande população, não possuem saneamento básico que atende  a todos, repetindo o erros dos antepassados.

Dentre os inúmeros motivos que geram a falta desta infraestrutura está o vasto território nacional, o que dificulta o trabalho do governo na tentativa de atender o maior número de pessoas, contudo a quantidade de indivíduos que vivem em situações deploráveis pela falta de saneamento básico é inaceitável. Convém lembra que quase metade da população brasileira não tem acesso ao saneamento domiciliar, dessa forma o contato com excrementos acarretará no aumento de antígenos, bactérias e parasitas e podem colocar a vida humana em risco.

Outro fator diz respeito à área da saúde em geral, pondo em vista que ela andar de forma diretamente proporcional com o saneamento básico, uma vez que quanto maior a exposição a substâncias em degradação maior será a quantidade de pessoas nos hospitais. Sob esse viés, países como a Noruega que proporcionam saneamento básico para quase 100% de sua população, não considerando seus investimentos em outras áreas, possuem uma taxa de procura por órgãos de saúde relativamente menores.

Em virtude do que foi mencionado, o governo por meio do ministério da saúde deve aumentar o investimento na área de saneamento básico, visto que a qualidade da saúde da população iria aumentar, tão como diminuir o número de mortes. Contudo essa verba viria do aumento de impostos sobre empresas estrangeiras no Brasil, o que geraria não somente uma melhora significativa da qualidade de vida dos brasileiros, como influenciaria a indústria nacional.