Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 17/04/2020

É notório que no Brasil, há a precariedade do saneamento básico, tendo em vista que esta é algo de extrema preocupação para todo o país. Em tais circunstâncias, pode-se destacar grandes variedades de doenças e uma péssima qualidade de vida para moradores do local, de áreas mais pobres e menos privilegiadas, os quais não possuem acesso ao mínimo que o Estado tem obrigação de oferecer, seu direito básico de vida.

Dessa forma, observa-se em questão que a falta de saneamento não é algo recente. De acordo com fatos, a Europa passou por um século de uma grave pandemia, a Peste Negra, também conhecida como Peste Bubônica. Sendo assim, foi a doença mais devastadora registada na história da humanidade, transmitida principalmente por pulgas entre animais de pequeno porte, além de ser disseminada também por tosse e espirro, resultado da escassez do saneamento.

O arremesso de resíduos líquidos não tratados, resultantes das indústrias e esgotos sanitários, em rios, lagos e córregos provocam um grave desequilíbrio no ecossistema aquoso, além de prejudicar o futuro uso dessas águas por parte dos moradores, atrapalhando até mesmo plantio. O esgoto doméstico, por exemplo, consome oxigênio em seu processo de decomposição, causando a morte de peixes. Os nutrientes fósforo e nitrogênio presentes nesses despejos, quando em altas concentrações, causam a proliferação excessiva de algas, o que também desequilibra o ecossistema do lugar.

Por conseguinte, é necessário formar um grupo de voluntários do saneamento e convidar os moradores e a prefeitura para ajudar, organizar reuniões de estudos para pensar em melhorias, descrever os problemas causados pela falta de coleta e tratamento de esgoto, capacitar os jovens da comunidade para fazer pesquisas sobre as necessidades de saneamento, apresentar os resultados da pesquisa à comunidade e definir as ações com a ajuda da prefeitura e dar todas as informações a comunidade local.