Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 20/04/2020
Segundo a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem o direito assegurado ao Saneamento Básico e às demais infraestruturas. Porém, é muito evidente que esse direito não se cumpre plenamente, tendo em vista as comunidades, que em sua grande maioria não tem coleta de esgoto, ou não têm água. Com isso, faz-se necessário a criação de políticas para melhorar esta questão.
Primordialmente, é necessário citar o impacto que a ausência de saneamento básico ocasiona. Em 2018, segundo o Ministério de Desenvolvimento Regional, atual Ministério da Infraestrutura, apenas 53,2% da população tem acesso à rede de esgoto, ou seja, um pouco mais da metade da população. São vários os impactos que isto pode causar na população, entre eles, doenças provenientes de bactérias, morte de animais, poluição de rios, entre tantos outros.
Incontestavelmente, essa porcentagem existe em razão do acelerado processo de urbanização que começou no século XX. Com isso mais pessoas se aglomeraram nos centros urbanos, a partir disso criaram-se as comunidades, as quais muitas não têm saneamento básico e às vezes nem acesso à água limpa.
Diante dos problemas que dificultam a melhora do saneamento básico, é imprescindível que sejam tomadas medidas para aprimoramento deste. Com isso, é preciso que o Ministério da Infraestrutura promova a criação de sistemas de água e esgoto mais eficientes, com estações que filtrem a água e que seja utilizada para descarga em banheiros de grandes centros como shoppings e aeroportos, a fim de melhorar o saneamento básico no país.