Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 19/04/2020

O Brasil abrange um vasto território porém, tem dificuldades em administrar todo o país. Assim como, os centros econômicos expõem mais importância para o Governo. Como resultado, metade da população em suas residências são impossibilitadas de desfrutar do saneamento básico. Tal fato é evidenciado pela desigualdade regional e ausência da mobilização populacional pelo direito universal.

Em primeira análise, segundo uma pesquisa feita pela Agência Estado, informa que apenas 46,3% do que é coletado é tratado. Em virtude da acelerada, desenvolvimento das grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro. De modo que 53,7% do restante do país situa-se carente pois, contém pouco investimento do Estado, consequentemente o avanço é lento no acesso ao saneamento básico. Nesse cenário, observa-se a ineficiência do Estado em garantir a todos, rede de esgoto para o bem-estar da sociedade.

Ademais, o gráfico apresentado pela Trata Brasil, aponta que a evolução é lenta no acesso a serviços de água e esgoto. Seguindo essa linha de pensamento, é notório a aceitação da situação por parte dos brasileiros que acarreta falta de conhecimento sobre os direitos fundamentais. Nesse sentido, é importante alertar os brasileiros sobre a sua condição. Com propósito de, ampliar a mobilização social para pressionar o Poder Público, assim superar esse problema.

Portanto, observa-se que o precário saneamento básico brasileiro, articula-se no pouco investimento em áreas menos desenvolvidas e a falta da pressão popular. Dessa maneira, por intermédio do Ministério da Saúde, é necessário criar palestras e campanhas nas escolas para a conscientização sobre alcançar o direito humano. Com efeito, o Brasil poderá melhorar o seu sistema de saneamento básico.