Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 17/04/2020
Saneamento básico pode ser definido como a atividade relacionada ao abastecimento de água potável, o manejo de água pluvial, a coleta e tratamento de esgoto, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos e o controle de pragas e qualquer tipo de agente patogênico, e assim isso se torna indispensável na sociedade. Com isso, são necessárias a análise dos aspectos e consequências que se derivam a partir da falta desta.
Primordialmente, por negligencia estatal, grande parte da população brasileira mais necessitada não possuí acesso a agua devidamente tratada, sistema eficaz de esgoto e outras notoriedades. Consequentemente pesquisas realizadas em 2016 pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) mostram que mais de 51,9% da população brasileira não tem acesso à coleta de esgoto. Logo á carência disso desencadear uma série de problemas públicos.
A posteriori, epidemias nacionais, e doenças como esquistossomose estão fortemente ligadas à má higiene. Segundo Anthony Wong, médico toxicologista e pediatra, as consequências de ignorar o saneamento no país afeta principalmente os mais pobres. Entretanto, pode chegar até as classes mais altas como as epidemias de Dengue ou Zika. Assim a aplicabilidade desta é garantida pela Lei 11.445 de 2007,mas não totalmente efetivada
Em suma, urge que medidas sejam tomadas para reverter este quadro. Cabe ao Poder Público a garantia das obras e melhorias, juntamente da população local com a preservação e fortalecimento dos atos de higiene, garantindo assim maior controle sobre a situação.