Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 18/04/2020
No século XIV, não existiam materiais de higiene de qualidade e isso foi um auxílio para a manifestação da peste negra, pandemia que executou mais de dois terços da população europeia. Diante desse marco atinamos a grande importância do saneamento básico, ainda que o mesmo não alcance regiões miseráveis do Brasil, sua falta deve ser debatida e por fim solucionada.
Segundo a EOS, o primeiro registro de saneamento básico no Brasil foi por volta de 1500, apesar de ser muito debatido politicamente, sua elucidação não é explorada. A ONU (Organização das Nações Unidas) antepôs criar uma agenda que cumpre 17 objetivos de desenvolvimento sustentável até 2030, o objetivo número 6 é assegurar a disponibilidade e gestão sustentável de água e saneamento para todas e todos.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1,5 milhão de crianças menores de 5 anos acabam morrendo por causa da doença relacionadas à falta de esgotamento sanitário. Infelizmente podemos afirmar que 48% da população brasileira não possui coleta de esgoto segundo a pesquisa da instituição Trata Brasil. Devido ao crescimento industrial, diversas empresas burlam a regulamentação e a legislação e contribuem para enchentes atirando resíduos industriais em rios.
Por fim, devemos conscientizar a população sobre seu direito de exigir saneamento básico, podemos começar apresentando palestras sobre os problemas e doenças causadas. Sua solução pode ser assegurada através de parcerias com ONG’s para maior divulgação de informação, além de que o governo deve priorizar esta área por ser oficialmente um direito humano a fim de minimizar ou cessar doenças alastradas.