Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 22/04/2020

Na obra o Cortiço, mostra o Brasil em um estado precário, em questões de saneamento, pois não havia recursos para as pessoas que viviam em favelas. Não muito distante dos dias de hoje, de acordo com o sites de reportagem, diz que mais da metade da população brasileira não possue o saneamento básico. Com isso, podemos dizer, que o assunto é muito grave, por causa que o lugar, que não o possuir, pode ocasionar em doenças e fazê-las viver com substâncias tóxicas e contaminadas, como os dejetos. Isso, acontece por conta da libertação dos escravos, sem uma um remediação para a sobrevivência deles e o aumento excessivo da população, como também a má infraestrutura das casas, assim, causando dificuldades para o progresso do saneamento no Brasil.

Após o decreto da Lei Áurea, em que os escravos foram libertados, fez com que saíssem das lavouras. Isso, fez com que a grande quantidade de pessoas não tenham onde morar, então elas construíram suas próprias moradias, podendo ser visto na obra o Cortiço, usando entulhos, como madeiras. Este decreto, fez com que eles tivessem sua liberdade, porém sem uma remediação, isso causou o aumento excessivo de pessoas e a construção de favelas, que contribuem para a falta de saneamento.

Como dito anteriormente, sobre a má infraestrutura, faz com que indivíduos, que moram em favelas, estarem em “perigo”, pois eles estão expostos às doenças, causadas pelos dejetos contaminados e/ou substâncias tóxicas jogadas de forma inapropriada. Por isso, que todos as regiões do país deve ter um saneamento básico, para que as pessoas não sejam prejudicadas ou teriam que continuar a viver em péssimas condições de sobrevivência.

Então, podemos concluir que o aumento de pessoas e a má infraestrutura impedem o progresso do saneamento básico no país. Portanto, o Governo, juntamente com o Ministério da Saúde e das Cidades, deveriam contratar e chamar voluntários, engenheiros, médicos e fiscalizadores para que eles possam ir às regiões sem o saneamento, examinarem o local e as pessoas, para que possa fazer uma avaliação, depois levá-las a um abrigo temporário, enquanto os engenheiros e voluntários o reestruturando, colocando o saneamento apropriado, fazendo-se isso em todas as regiões. Os representantes do Ministério das Cidades seriam os fiscalizadores desse projeto. E, como resultado, o Brasil não terá uma região que não o possua e os indivíduos não viveriam em lugares precários ou expostos às doenças.