Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 20/04/2020

Na saga de livros, “Jogos Vorazes”, criado pela Norte-Americana Suzanne Collins, retrata-se a predominância da classe alta e como as classes minoritárias não possuem o mínimo de recursos econômicos, sociais e de saúde pública. Logo, a população com maior aquisição financeira influencia diretamente na “rede” de pessoas e comunidades carentes. Ou seja, a falta de saneamento básico atinge diretamente apenas regiões menos favorecidas, como ainda a precariedade do sistema básico de saúde, infringindo os direitos humanos.

Todavia, 54% da população brasileira não possui saneamento básico, sendo 17% dos brasileiros sem água tratada. Evidentemente, os Estados do Brasil sendo as maiores como: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais; São as regiões com maiores centros de tecnologia e circulação monetária. Entretanto, são as que mais retêm comunidades de subsistência. Dessa forma, a falta de intervenção do estado demonstra também a percepção social sendo distorcida sobre a classe trabalhadora.

O filósofo e sociólogo, Karl Marx acredita que: “Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência.” Entende-se que quanto mais bens uma pessoa possuir, maior poder de mudança ela pode exercer. No entanto, não é praticado na maioria das vezes tais ações de intervenção seja pública ou particular em áreas desfavorecidas.  De acordo com o IBGE, o Maranhão é o Estado mais carente do Brasil, sendas o Nordeste a região mais precária existente, por falta de recursos humanos.

É responsabilidade do Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), efetivar ações que resultem na melhoria de vida dos cidadãos brasileiros, pois o governo federal possui recursos para os respectivos, podendo assim crias mais auxílios para a população sem recursos e alcance a educação. Como ainda, ONG Caritá pode auxiliar com o menor empobrecimento da comunidade, os ajudando a melhor existência do ser humano.