Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 20/04/2020

Publicado pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos dignidade, seja na saúde ou no seu bem-estar social, o saneamento básico deficitário do Brasil impossibilita que à população desfrute desse direito universal, na prática. Nessa perspectiva este desafio deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Podemos ressaltar a desatenção do Poder Público como um dos grandes agravadores da poluição dos afluentes, pois sem o devido tratamento o esgoto é diretamente jogado em rios, causando o fenômeno da eutrofização o qual desestabiliza toda uma cadeia ecológica. De acordo com o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto e essa porcentagem é  inaceitável que com a quantidade de tributos imposto ao brasileiro, ele não possa contar com o mínimo que o Estado tem o dever em lhe oferecer.

O território nacional brasileiro tem espaços opacos e luminosos, segundo o qual o luminoso tem maior atenção do Governo e os opacos são menos contemplados. Com isso, percebe-se que o pensamento do geógrafo está correto, porque os que mais sofrem no Brasil com a falta de políticas públicas que visam melhorar a higiene básica são os mais pobres.

Portanto é imprescindível a diminuição desse problema. O Governo Federal deve criar projetos em faculdades, o qual promova incentivos a novas ideias sustentáveis que possam gerar efluentes em energia e fertilizantes, por meio de biodigestores, a fim de que assim haja novas possibilidades de lidar com o saneamento básico, além de ser uma medida mais rápida. Desse modo, à nação se distanciará da escuridão e se tornará totalmente luminosa.