Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 22/04/2020
Sabe-se que o acesso a um saneamento básico descente no Brasil é praticamente um privilégio, desde seu surgimento, em meados de 1560, logo no início da história do Brasil. Com isso, é notório o reflexo dessa precariedade na sociedade atual. Todavia, não é só o governo que complica a melhora do saneamento básico, as áreas de ocupação dificultam bastante a um acesso descente também.
Primeiramente, essas áreas ocupadas não possuem um bom saneamento básico devido a região aonde se encontram, que muitas vezes são áreas remotas, em barrancos, terrenos abandonados e etc. Outro fator para a precariedade no saneamento básico é a própria falta de investimento, que muitas vezes e desviada ao bolso dos políticos, às campanhas eleitorais, etc. Inclusive, foi criada uma lei, em 2007, que proporciona saneamento básico a população.
Entretanto, segundo um dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, apenas 53,2% da população possui acesso ao saneamento básico, ou seja, cerca de 104 milhões de brasileiros não possuem acesso à rede de esgoto. Todavia, foi criado em 2014, o Plano Nacional de Saneamento Básico, que tem um conjunto de metas e objetivos, que incluem objetivos da ONU, entre elas, a melhora das condições de vida de pessoas que vivem em bairros degradados, o que é totalmente viável, visto que são justamente nesses bairros que não possuem um acesso ao saneamento básico descente.
Diante ao que foi exposto, torna-se nítido a necessidade de investimentos pesados no saneamento básico, para isso, é necessário que através do Ministério da Saúde, visem o investimento no saneamento básico no Brasil, priorizando bairros periféricos e regiões de baixa infraestrutura. E de responsabilidade do governo federal criar campanhas de incentivo ao acesso ao esgoto e liberando verba para o tratamento de esgoto, criando assim uma estabilidade na população brasileira em relação ao saneamento básico.