Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 05/05/2020
Esquistossomose, Dengue e Teníase, são algumas das doenças propagadas pela ausência de uma rede tratada de esgoto, o que é precedido por problemas sociais como doenças na população e maiores gastos na saúde. Tal fato reflete o descaso governamental com pequenas cidades e prioridade com grandes centros, ou pela falta de competência na elaboração e execução de projetos.
Primeiramente, vale salientar as circunstâncias do déficit habitacional no Brasil, que tem grandes polos urbanos com sistemas de tratamento bem desenvolvidos e pequenos vilarejos sem o mínimo acesso a água potável. Segundo à associação de engenharia sanitária, polos urbanos no sudeste e sul tem ótimos indicadores, enquanto regiões do norte, sofrem com esgotos a céu aberto. Desse modo, colaborando para um desdém no processo de democratização dos direitos sociais.
Em segundo lugar, é possível analisar impasses a longo prazo. Com a falta de saneamento básico, é questão de tempo a eclosão de doenças transmitidas por vetores como mosquitos ou vermes em água não tratada, segundo o jornal da Globo - Fantástico -, muitas pessoas são acometidas a verminoses e parasitas pela falta de água e serviço de esgoto, o que da resultados na saúde por exemplo, no aumento no número de pacientes e casos. Segundo a ONU, cada real gastado em saneamento básico é 4 reais a menos em saúde.
Portanto, medidas são nescessárias. Com o objetivo de oferecer saneamento básico a desfavorecidos, o Executivo vinculado ao IBGE, mapearão as cidades mais afetadas com a falta de tratamento de esgoto, e por meio de licitação de engenheiros à ABES, elaborar projetos arquitetônicos para cidades mais desfavorecidas, além da liberação de verba liberada por pela agência nacional das águas. Promovendo saúde, bem estar e qualidade de vida, aspectos previstos pela constituição de 88.