Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/08/2020
Crise hídrica. Contaminação de alimentos. Baixa expectativa de vida. Entre os fatores que contribuem para á qualidade da saúde pública no Brasil, a precariedade do saneamento básico é o que mais chama atenção, já que há visivelmente um descompasso geográfico desse serviço. Assim a precariedade no tratamento de água e esgoto é um perigoso desafio social, seja, pela negligencia do estado ou por falta representavidade do cidadão.
Inicialmente, a integridade imunológica, de pessoas que moram em regiões menos favorecida, é constantemente atacada pelo contato e ingestão da água contaminada e do cenário propicio a proliferação de vetores. Dados do ANA em 2017, mostram que, 45% do esgoto no Brasil não é tratado. Assim, se faz inadmissível que as pendências de saúde pública, seja vista com pouco alarme pelos nossos governantes.
Ademais a falta de representação e voz dessa camada social, corrobora a perpetuação de uma politica excludente e elitista. O filosofo Norberto Bobbio, em seu ideal de democracia perfeita, defende que é dever do estado fazer como que todos tenham acesso aos direitos formais. No entanto em nosso país tal ideal é negligenciado, sendo alarmante o descaso com a qualidade de vida da população mais pobre.
Portanto, concordados que a precariedade de medidas sanitárias é um problema e precisa ser resolvido. Proponho então que, O Ministério da Saúde em parceria com Estados e Municípios instalem ouvidorias populares, de acordo com a nescidade territorial, coletando as reclamações, para que a parti daí haja uma analise para elaboração de projetos de infraestrutura, financiado por verbas governamentais, que se proponham a resolver as pendências de cada região, afim de de oferecer uma melhor qualidade vida. Para que como Bobbio sugere, venhamos viver uma democracia mais justa.