Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 16/07/2020
Por consequência da globalização e o veículo tecnológico de informações, as discussões sobre distribuição da água encontram-se cada vez mais recorrentes no Brasil, precisamente, quando refere-se a dificuldade no acesso á água potável no país. Nesse sentido, a existência de áreas não sadias, ou seja, sem saneamento básico ideal e a sonegação de impostos, referentes a tais serviços, reforçam o presente óbice de forma constante.
Analogamente, no filme de 2008, “Quem quer ser um milionário?”, a cena onde o personagem principal lida com os desafios em seu cotidiano e o saneamento básico precário na Índia, na época, mostra um dos problemas enfrentado pela maioria dos brasileiros. Além disso, dados do IBGE 2018 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que apenas 62,1% dos cidadãos têm acesso a água encanada.
Juntamente, segundo a filósofa Mary Shelley, “O mundo precisa de justiça, não de caridade”. Dessa maneira, é possível defender que para que os brasileiros desfrutem dos seus direitos deverão cumprir os seus deveres. Portanto, a sonegação de impostos cria um ciclo de desinteresses por parte do governo. Isso torna-se um subterfúgio para o Ministério das Cidades em relação a execução de um novo Plano Nacional de Saneamento Básico (PNSB), mas é sabido que a maioria dos sonegadores brasileiros de impostos o faz por impossibilidade de arcar com tais custos.
Para terminar, é imprescindível a atribuição ao Poder Executivo, junto a parceria privada, o estabelecimento de um novo PNSB, deverão identificar as ruas, logradouros e comunidades, que fazem parte dos 37,9% sem acesso a água encanada e de boa qualidade, para proporcionar melhorias e a aplicação das tarifas ou isenção sobre os impostos da água esgoto, conforme a renda das famílias, segundo o Cadastro Único. Com isso, será restaurada a qualidade de vida de grande parte dos brasileiras, além da diminuição de doenças e casos de epidemias.