Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 27/07/2020

É incontrovertível que, o Estado é o agente principal que promove os direitos aos cidadãos, baseado na Constituição. Entretanto, é nítido o estampido, ao longo da história moderna, que os Governos a nível Federal e Estadual possuem desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro, por causa de desvio de verba pública e desacerto de investimentos em infraestrutura e ciência.

Em primeira instância, John Locke afirma que o Estado tem a função de conservação dos direitos do indivíduo na sociedade. Porém, é perceptível que isso não está sendo executado de maneira eficiente. Pois a corrupção brasileira impede a melhora do sistema de saneamento e deixando várias famílias suscetíveis a doenças infecciosas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região Norte é a mais afetada com o esgotamento sanitário, com apenas 16,2% com serviço de rede de esgoto. Indubitavelmente, pondo em risco a saúde pública dessa população.

Em segunda instância, a escassez de investimentos em infraestrutura e ciência traz consequências desafortunadas. De modo que, desvaloriza o turismo, interferindo na economia local e outrossim afetando também a educação. Além disso, impossibilita o desenvolvimento de novas tecnologias e manutenção dos serviços já estabelecidos. É inquestionável, que o Brasil mostra não apenas ineficácia na administração pública, mas também no desenvolvimento de pesquisas cientificas voltadas para esse setor.

Destarte, o precário saneamento básico gera diversos problemas sociais. Para solucionar essa problemática social, o Ministério da Infraestrutura juntamente, com os bancos privados devem criar um fundo de investimentos com o proposito de modificar todo o sistema de esgoto, bem como a contratação de cientistas para que possam solucionar o infortúnio da água contaminada, outra proposta é a construção de novos laboratório de pesquisa com a finalidade de desenvolvimento de novas tecnologias. A fim de que possa não apenas garantir os direitos estabelecidos pela Constituição, mais promover a saúde da população.