Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 22/08/2020
A primeira revolução industrial, no séc XIII, trouxe inúmeras consequências à população, dentre elas, a falta de saneamento básico. Comparando o momento histórico ao atual, percebe-se que o problema ainda é recorrente. Dessa forma, faz-se analogia à atual situação brasileira acerca do precário saneamento básico. Dentre as causas são, majoritariamente, a negligência governamental e a não participação populacional.
Em primeira análise, a ausência da assistência governamental é um dos colaboradores para a existência desse impasse. A falta de tratamento de esgoto, de água potável , dentre outros, é de suma importância para o bem-estar das pessoas, porém esse objetivo não é perceptível pela população o que acarreta uma série de doenças. Relacionando o contexto do pensamento do filósofo Thomas More, é notório que o Governo, detentor do poder, não oferece esse direito populacional contido na Constituição Federal de 1988 , tornando-se utópico.
Convém ressaltar, que a não participação da população é um dos fatores que favorecem esse empecilho. Desse modo, como a população não procura os seus direitos presentes na Constituição Federal de 1988, essa fica exposta de situações insalubres como a falta de saneamento básico. Além disso, a ação errônea da população sobre o descarte do lixo influencia na problemática, pois, os resíduos jogados nos rios, esgotos favorecem a proliferação de doenças e odores. Ao comparar o momento atual à ideologia de August Comte a sociedade tenderá ao progresso, como idealizada pelo sociólogo.
Portanto, são necessárias medidas que atenuem o imbróglio. Cabe ao Governo Federal promover a ida de funcionários para o tratamento de esgoto e coleta do lixo jogado próximos as residências afim de diminuir o mau cheiro e o sólido depositado. Além disso, a população deve organizar atividades para a coleta adequada do lixo, por meio de instruções de Ong´s do meio ambiente afim que o problema do lixo seja solucionado.