Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 13/08/2020
Promulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito ao saneamento básico e bem estar social. No entanto no Brasil parcela mais pobre da sociedade sofre com a falta desse direito universal, gerado pela falta de políticas públicas do governo causando uma série de doenças a essa população.
A princípio, no documentário “saneamento básico: um drama brasileiro” mostra à triste realidade vivida por milhões de pessoas por falta dessa ferramenta fundamental. Em paralelo a isso, a postura negligente dos governadores na criação e ampliação de redes para leva água potável, coleta de lixo e tubulação de esgoto a população mais carente, faz com que essa parcela de indivíduos tenha seu lixo doméstico e fluido corporal jogado a céu aberto, poluindo rios e matas próximas, refletindo que, mas da metade dos brasileiros segue sem esgoto no país, fonte do portal G1 de notícias.
Nesse contexto, segundo um dos maiores físicos da história, Isaac Newton, “toda ação existe uma reação”. Nesse contexto, a falta de ações de saneamento dos gestores públicos tem causado um ambiente que impacta direto na saúde das pessoas, sendo fácil o desenvolvimento de parasitoses com amebíase, candidíase, ascaridíase, teníase e cólera, que não tratada corretamente pode leva a complicações graves e ate a morte, sabendo que entre 2009 e 2018 houve três milhões de internações por conta de doenças relacionadas a falta de saneamento básicos, dados do Ministério da Saúde.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe ao Ministério de Desenvolvimento Regional, em parceria com o Ministério de Infraestrutura, a criação de projetos e planos para regulação de medidas de saneamento básico para a população pobre, como o fornecimento de água encanada e tratada, coleta semanais de lixo doméstico e ampliação da tubulação de esgoto, proporcionando uma maior qualidade de vida. Além disso, o Ministério da saúde, em conjunto com os governadores, a aplicação de ações profiláticas contra as parasitoses por meio de palestra com agente de saúde distribuição de kit de tratamento de água, evitando a contaminação de doenças parasitarias. Assim o Brasil estaria mais próximo dos objetivos da declaração dos direitos humanos.