Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 03/09/2020
A falta de saneamento básico é um problema histórico que afeta a sociedade desde o período da Idade Média. No Brasil, muitas pessoas não tem acesso a água potável, esgoto, abastecimento, saúde e higiene. Analisando tal problema e suas consequências, o governo implantou a lei do saneamento básico. Objetivando melhorias na qualidade de vida das pessoas.
Em primeiro plano, cabe analisar o malefícios dessa adversidade.De acordo com o contrato social de Thomas Hobbes, é dever do Estado zelar pelo bem-estar da sociedade, pois ambos estão unidos por meio de um conjunto social. Associado a isso, as pessoas necessitam de melhores condições de vida para que não se contaminem e que não contraem doenças como cólera, dengue e diarreia. Mesmo com a lei n°11.445/2007, o saneamento não é totalmente garantido para a população.
Em segundo plano, as consequências que agravam esse obstáculo. De acordo com o estudo Trata Brasil em 2016 nos 100 maiores municípios do país, constatou que 90% dos esgotos em áreas irregulares não são tratados e nem coletados. Diante desse dado, a poluição dos rios e dos solos afetam a vida, como também a falta de coleta de lixo e de tratamento de esgoto não atinge as populações favorecidas economicamente.
Logo, portanto, medidas são necessárias para resolver o precário saneamento básico. O governo em parcerias com públicos privadas devem atuar na coleta e no tratamento de esgoto nas áreas mais precárias. O ministério do meio ambiente, deve garantir através de obras de escoamento de esgoto e dejetos, especialmente nas periferias, a fim de que as famílias menos favorecidas tenham melhores condições de vida, para que assim diminuem as desigualdades e as doenças erradicas pelo saneamento.