Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 22/08/2020

Segundo o Presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, apenas 44% dos esgotos brasileiros são tratados. Consoante a esse dado, percebe-se que grande parte da população não tem acesso a esse direito básico. Isso ocorre devido a falta de prioridade e investimentos políticos na área. Isto posto, o saneamento básico, deve ser priorizado no Brasil.

Durante o período de eleições, os diferentes partidos e seus representantes lançam suas “promessas de mandato”, com o propósito de convencer seus eleitores e consequentemente se elegerem. Entretanto, o saneamento básico não tem feito parte dessas promessas, pois não é considerado pelos candidatos como “atrativo”, em suas campanhas, ora pelas obras de saneamento não serem estruturalmente tão visíveis, ora por não ser associado pela população como primazia.

Ademais, a escassez de investimentos no setor tem afetado áreas, como a saúde e a economia. Devido a inexistência de um tratamento de água e esgoto, despejam-se poluentes e resíduos tóxicos nos rios todos os dias, nos quais, são geradores de doenças verminoses, naqueles que tiverem contato ou usufruem dessa água contaminada. Nesse sentido, a superlotação nas UBSs e serviços de pronto atendimento público, poderiam ser evitadas, com a universalização do saneamento no Brasil. Além de diminuir os custos dirigidos ao tratamento desses pacientes.

Desse modo, é evidente que o saneamento básico, deve ser priorizado no Brasil. Portanto, é de extrema necessidade que a população exija das esferas governamentais ações, que por meio de um plano de governo, efetivem as obras necessária de saneamento básico. A fim de garantir melhores condições na saúde, no bem estar e na qualidade de vida dos brasileiros.