Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 26/08/2020

Atualmente, grande parte da sociedade brasileira, principalmente a classe baixa, tem se deparado com um grande desafio, a falta de saneamento básico. Apesar de ser um direito assegurado pela Constituição, por meio da lei n° 11.445, o cumprimento da mesma está longe de ser alcançado. Sendo assim, é necessário que essa situação sofra uma mudança drástica e imediata.

Em primeiro plano, é imprescindível declarar que a falta de tal infraestrutura assola, principalmente, quem vive em áreas rurais, em pequenas cidades, vilas e comunidades das grandes cidades. Prova disso, é que, em comparação, a região norte é a que possui piores índices de saneamento, com apenas 3,5% dos municípios com esgotamento sanitário.  Dito isso, fica claro que o governo tem o dever de voltar a sua atenção para esses lugares, e trazer uma melhoria de vida para os cidadãos, que é um direito dos mesmos.

Em segundo plano, um dos fatores decorrentes dessa desigualdade, trata-se do impacto causado no meio ambiente diante da privação de esgotamento sanitário acompanhado da coleta de lixo. Segundo a Agência Nacional de Águas, cerca de 45% do total do esgoto humano produzido no Brasil é despejado a céu aberto, resultando em matéria orgânica, na qual se descartada em lagos e rios, favorece o crescimento de bactérias e provoca a morte de peixes. Mais uma prova de que atitudes devem ser tomadas para que tal situação seja revertida.

Em vista dos argumentos apresentados, fica evidente que devem ser tomadas atitudes diante dessa situação. Para tanto, é preciso que o governo, o Ministério do  Meio Ambiente e as escolas trabalhem em união. O governo deve passar a dar prioridade de saneamento às regiões menos atendidas. Por conseguinte, o Ministério do Meio Ambiente devem promover a coleta adequada de lixo e o tratamento do esgoto das mesmas. As escolas, por sua vez, devem proporcionar a aquisição de conhecimentos, hábitos e atitudes positivas em relação ao saneamento.