Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 01/09/2020

No documentário “A Luta Pelo Básico - saneamento salvando vidas” é destacado que cerca de 83,3% dos brasileiros são atendidos com abastecimento de água tratada, 50,3% da população possui acesso à coleta de esgoto e somente 42% dos esgotos são tratados. Infelizmente não escapa da realidade brasileira, nas quais, não apenas, mas principalmente, os espaços geográficos com baixa infraestrutura, apresentam precariedade no saneamento básico.

Já dizia Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, é explicito na frase que a educação interfere na nossa capacidade de mudança e tomada de decisões. A citação se comprova correta quando comparada ao precário saneamento básico, que é intensificado pela falta da educação.

Entretanto, os problemas não se encontram apenas na falta de saneamento básico, mas também nas consequências da saúde pública. Dessa forma, ampliando os gastos das instituições públicas de saúde, e tendo uma grande demanda de pacientes com Leptospirose e Febre Tifóide, assim, lotando centros públicos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Saúde com o Ministério da Infraestrutura deve facilitar o acesso a moradias sustentáveis, e conscientizar a população do devido cuidado com a água, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados, palestras e campanhas. Afim de incentivar a prática a sustentabilidade e uma melhor qualidade de vida. Espera-se, com essa medida, que os desafios para melhorar o precário saneamento básico sejam freados no Brasil.