Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 07/09/2020

A escassez de saneamento básico durante a Idade Média, coadjuvou na disseminação da Peste Negra, uma das piores enfermidades da época. Hoje, no Brasil, é notório a falta de higienização pública essencial,e por Lei, obrigatória, consequentemente esse inepto sistema faz com que ocorra problemas de saúde e até mesmo vivência da população brasileira, com isso, se faz necessário um engajamento maior do Governo, para a reparação deste serviço primordial.

De acordo com a OMS numa pesquisa feita em 2017, 60% dos habitantes do mundo não tinham acessibilidade a uma estruturação básica de higiene. Congruente à vários outros empecilhos como a disseminação de doenças, por exemplo a cólera, a dengue, a leptospirose e verminoses. A junção de todas essas problemáticas interferem não só na saúde dos cidadãos, como também na economia do país. Um exemplo nítido dessa objeção está nos rios, como o Rio tietê, em São paulo. Com isso, é comprovado a ineficiência do saneamento que como diz a Lei 11.445/2007 é dever do Estado garantir a salubridade à todos.

Outrossim, a falta de conscientização e conhecimento da população acerca de doenças virais e saúde ambiental, prejudica também o meio ambiente, provocando variações e mudanças no meio ecológico e até mesmo extinção de algumas espécies.

Destarte, se faz necessário que o Estado enfatize a Lei já existente, promova campanhas de conscientização para a população, além de limpezas periódicas  dos rios e mares, e lixões e aterros sanitários com uma melhor estruturação, com o fito de mitigar a propagação de doenças virais e também a poluição, que consequentemente melhorará a saúde de todos e alavancar assim a economia do país.