Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 09/10/2020

Pesquisas apontam baixo índice de tratamento de esgoto no norte do Brasil, o mesmo se faz inferior perante as demais regiões; apontando um percentual igualitário ao Centro Oeste, ambas com menor taxa no quesito de água potável; se faz indispensável a discussão para melhorias em todo o território perante a atual situação em que se encontra o saneamento básico Brasileiro.

Em 2020 o governo lançou um novo marco de saneamento, garantindo novos avanços ao país com a meta de alcançar a universalização até 2033, com melhorias. O mesmo garante atingir a meta de 99% da população com acesso a  água potável e 90% ao tratamento e a coleta de esgoto.

A nova lei extinge os chamados contratos de programa, abrindo então vaga para que os prestadores de serviço público possam concorrer; blocos municipais criados pelos estados com municípios que poderão contratar os serviços de forma coletiva; será criado um Comitê interministerial de Saneamento Básico para melhorar a articulação entre os órgãos federais que atuam no setor; a ANA (Agência Nacional das Águas), passará a ser reguladora do setor.

Com a chegada da nova lei é possível acalmar a sociedade perante ao pânico pela falta de acesso ao que é seu por direito. A esperança de que as medidas e métodos implantados no novo marco funcionem se torna presente, principalmente pelas novas oportunidades de emprego que junto com ela aparecerão, assim podendo garantir união entre os indivíduos para que o processo seja concluído atingindo as metas estabelecidas. O governo deve isso ao cidadão e está caminhando para beneficiar os mesmo.