Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 21/09/2020

Durante toda a história da humanidade, o altruísmo exerceu papel fundamental para o sucesso do Homo Sapiens. Não obstante, no atual Brasil, o descaso dos governantes em relação ao saneamento básico e a saúde da população elucida graves problemas. Entre eles, o crescente índice de famílias que convivem com esgoto à céu aberto e o alto número de pessoas contaminadas por doenças provenientes do fluxo sanitário. Sendo assim, ações governamentais são necessárias.

Em primeiro lugar, o esgoto a céu aberto é um problema recorrente no Brasil. A exemplo disso, dados da Organização Mundial da Saúde revelam que cerca de cem milhões de pessoas não possuem serviços de coleta de esgoto no Brasil e, desse total, grande parte convive com os dejetos à céu aberto. Por conseguinte, torna-se evidente que a falta de saneamento é comum e representa o descaso dos governantes com uma parcela da população.

Outrossim, o elevado índice de doenças advindas de problemas sanitários também constitui um problema. A fim de exemplificar, segundo dados coletados pelo Sistema Único de Saúde, apenas na última década, mais de três milhões de internações ocorreram devido à inexistência de saneamento básico. Em suma, esclarece-se que além de representar a negação de direitos básicos, a ausência de um sistema sánitario de qualidade retrata um grave problema de saúde no país.

Portanto, a extinção de tais problemas cabe ao Estado. Para tal, o governo federal deve repassar verba suficiente para que o Ministério da Saúde realize um projeto, em âmbito nacional, que crie e inaugure sistemas sanitários no Brasil, que, com efeito, eliminem pontos de esgoto a céu aberto e, consequentemente, a proliferação de doenças ocasinadas pelo descarte irregular dos produtos sanitários seja erradicada. Por fim, após concebido o projeto, as características relacionadas à evolução humana, como o altruísmo, serão verídicas.