Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 23/09/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, os desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro impossibilita que uma grande parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Esse cenário antagônico é fruto da ausência de planejamento e do negligenciamento das políticas de saneamento básico no Brasil. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos.
Portanto, é fulcral pontuar que os problemas de saneamento básico enfrentados pela população brasileira deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne á criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, uma parcela da população representada pelos mais pobres não tem acesso a água potável, coleta e tratamento de esgoto. Segundo o jornal do G1, 50% da população não tem saneamento básico, isso impacta diretamente na saúde dessas pessoas, já que doenças como malária, leishmaniose e outras são provenientes da falta desses tratamentos. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Assim, com o objetivo de melhorar a saúde e o bem estar da população, o ministério das cidades em parceria com o ministério da saúde deve elaborar e praticar um projeto que abranja o sistema de saneamento básico para aqueles que não desfrutam ainda desse direito, oferecendo água potável, tratamento de esgoto e outros, aumentando a profilaxia do país. Dessa forma, uma parcela maior da população poderá usufruir dos direitos universais decretados pela ONU.