Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 24/09/2020

Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, os desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro impossibilita que uma grande parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Esse cenário antagônico é fruto da ausência de planejamento e do negligenciamento das políticas de saneamento básico no Brasil. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses.

Portanto, é fulcral pontuar que os problemas de saneamento básico enfrentados pela população brasileira deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, uma parcela da população representada pelos mais pobres não tem acesso à água potável, coleta e tratamento de esgoto. Segundo o jornal do G1, 50% da população não tem saneamento básico, essa ausência de tratamento necessário acontece porque não existe planejamento e preferência de interesses entre os governantes para resolver o impasse, isso impacta diretamente na saúde dessas pessoas, já que doenças como malária, leishmaniose e outras são provenientes da falta desses tratamentos.

Assim, com o objetivo de melhorar a saúde e o bem-estar da população, o Ministério das Cidades em parceria com o Ministério da Saúde deve elaborar e praticar um projeto, por meio de uma reunião que apresente informações de saneamento de cada região, para que possam abranger o sistema de saneamento básico para aqueles que não desfrutam ainda desse direito, oferecendo água potável, tratamento de esgoto e outros, aumentando a profilaxia do país. Dessa forma, uma parcela maior da população poderá usufruir dos direitos universais decretados pela ONU.