Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 01/10/2020

A falta de saneamento básico é um problema histórico que afeta a sociedade desde o período da Idade Média. No Brasil, muitas pessoas não têm acesso a água potável, abastecimento, saúde e higiene. Analisando tal problemas e suas consequências, o governo implantou a lei do saneamento básico, objetivando melhorias na qualidade de vida das pessoas.

Em primeiro plano, cabe analisar os malefícios dessa adversidade. De acordo com o contrato social de Thomas Hobbes, é dever do Estado zelar pelo bem-estar da sociedade, pois ambos estão unidos por meio de um conjunto social. Associado a isso, as pessoas necessitam de melhores condições de vida para que não se contaminem e que não contraiam doenças como cólera, dengue e diarreia. Mesmo com a lei n°11.445/2017, o saneamento não é totalmente garantido para a população.

Ademias, as consequências que agravam esse obstáculo. Segundo o Trata Brasil, em 2017 nos 100 maiores municípios do país, constatou que 90% dos esgotos em áreas irregulares não são tratados nem coletados. Diante desse dado, a poluição dos rios e dos solos afetam a vida, como também a falta de coleta de lixo e de tratamento de esgoto que não atinge as populações menos favorecidas.

Logo, medidas são necessárias para resolver o precário saneamento básico. O Governo em parcerias com as empresas públicas e privadas devem atuar na coleta e no tratamento de esgoto nas áreas mais precárias. O Ministério do Meio Ambiente deve garantir através de obras de escoamento , especialmente nas periferias, a fim de que as famílias menos favorecidas tenham melhores condições de vida, para que assim diminuam as desigualdades e de forma a manter erradicadas pelo saneamento.