Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 28/09/2020

Em meados do século XX Stefan Zweig se mudou para o Brasil, e devido a sua bela estadia escreveu o livro “Brasil, país do futuro”. Todavia quando se observa a deficiência de medidas, para melhorar o sistema de saneamento básico brasileiro, percebe-se que a obra não condiz com a realidade. Dessa maneira, é evidente que o empecilho não ocorra apenas devido a ineficácia por parte do Estado, mas também em decorrência da pouca atenção midiática.

A princípio, deve-se ressaltar a ausência de iniciativas para reverter a precária situação do saneamento. Por consequência, contrariando Thomas Hobbes que acreditava, que o Estado foi criado para eliminar as condições de desigualdade, e promover uma coesão social. Logo, esta falha por partes dos governantes, podem provocar um surto na saúde publica, visto que a falta de saneamento básico é um dos vetores para diversas enfermidades como exemplo a leptospirose.

Outrossim, a falta de exposição midiática, sobre a precariedade do saneamento básico brasileiro, também pode ser apontado como promotor do problema. De acordo com o Winston Churchill “Não existe  opinião publica, e sim publicada” mostrando a forte influência, que as redes de comunicações execrem atualmente.

Torna-se evidente, portanto, que é imprescindível a mitigação dos obstáculos, para que esta situação melhore. Logo é mister que o Governo Federal, enquanto garantidor dos direitos individuais, invista uma quantidade maior de verbas, para que mais redes de esgotos sejam construídas, com a finalidade de extinguir os problemas sanitários advindas da falta deste recurso. Outra medida viável, consiste nos veículos de informações buscarem deixar a população a par sobre o assunto, para que a sociedade se mobilize diante seus problemas, sendo assim possa diminuir a longo prazo, os impactos nocivos da falta deste serviço básico, e a visão de Zweig será solidificada no país.