Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 29/09/2020

As 17 metas da ONU (Organização das Nações Unidas) prevê aos países condições mínimas de higiene, o que inclui esgoto tratado, até 2030. Atualmente, entretanto, o Brasil se encontra longe dessa realidade. Nesse sentido, é possível afirmar que a falta de saneamento básico representa um desafio a ser enfrentado. Diante disso, convém analisarmos os principais fatores negativos relacionados a esse triste fenômeno social.

Em primeiro lugar, o depósito de dejetos em lugares inapropriados ainda é alarmante e precisa ser modificado. De acordo com a disciplina acadêmica Biologia, a falta de saneamento básico compromete a qualidade da água que será consumida pela população por infecção de parasitas. É, pois, inadmissível que um país, com alta arrecadação de imposto anual, não ofereça serviços essenciais para os cidadãos não se infectarem com doenças de via fecal-oral, como a hepatite A e ascaridíase.

Além disso, a falta de estações de tratamento de esgoto (ETE) ainda é grande em nosso país e necessita ser ampliada. Segundo o portal de notícias G1, cerca de 12% das residências não possuem nenhum tipo de canalização adequada para os dejetos, o que revela um grande problema a ser resolvido em todo o país. Dessa forma, infelizmente, muitos brasileiros perdem a qualidade de vida por falta de investimento do Estado e são obrigados a conviver em situação de subdesenvolvimento.

Desse modo, medidas são necessárias para resolver o impasse social. O governo, portanto, deve garantir que todos os municípios tenham saneamento básico. Isso acontecerá por meio de maiores investimentos no tratamento do esgoto, com o auxílio da concessão de benefícios e isenção de impostos aos estados que conseguirem atingir a meta do país. Espera-se, com isso, que até 2030 tenhamos alcançado as metas da ONU.