Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 08/10/2020

Na Idade Antiga, o homem constatou a necessidade do saneamento básico, devido às doenças infecciosas e letais, principalmente, quando surgiu a peste bubônica, na Europa. Nesse contexto, é fundamental assegurar à sociedade brasileira, um sistema de saneamento básico eficaz para a prevenção de epidemias e garantir bem-estar coletivo.

Em primeira análise, é plausível mencionar que o Brasil era postergado em relação a maioria dos países, devido ao sistema colonialista e escravista.  Ademais, a rede de distribuição de água ocorreu somente em 1723, enquanto Paris já usufruía dessa função desde 1664. Portanto, as consequências do Período Colonial resultaram na garantia tardia dos serviços públicos, que deveriam ser oferecidos à sociedade desde as primeiras civilizações. Logo, essa problemática, obrigatoriamente, necessita cessar, pois o Brasil já dispõe de recursos financeiros e legislação que garante o saneamento básico aos cidadãos.

Outrossim, atualmente é persistente a falta de fiscalização política com relação aos serviços dos munícipios disponibilizados à população. Como também, a negligência do Poder legislativo com a aplicação das leis que asseguram a saúde pública, principalmente, nas áreas remotas. De acordo com o G1, 54% dos brasileiros não recebem tratamento de esgotos, ou seja, a proliferação de pragas é recorrente, devido ao acúmulo de lixos e, por consequência, torna-se uma região pestilenta.

Em suma, cabe ao Governo Federal abranger o acesso do saneamento básico através da instauração e fiscalização de políticas de saneamento, aplicando multas aos municípios que não aderirem uma rede de tratamento  de água e esgoto adequada. Desse modo, a fim de priorizar a saúde pública e fornecer qualidade de vida, como também, impossibilitar que futuramente efeitos sociais degradadores obtidos no colonialismo, sejam obstáculos novamente.