Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 21/10/2020
Segundo o médico Jene Oliveira," Vivemos em um país onde asfalto vem antes de saneamento". Nesse sentido, verifica-se a validez da afirmação, uma vez que o Brasil en-frenta uma crise sanitária digna da europa medieval. Dessa forma, visto que o Brasil ainda mantem uma reserva de mercado no tratamento de esgoto, a consequencia, se ma-nifesta na forma de 100 milhões de brasileiros sem acesso a uma rede de esgoto.
Em primeira análise, é urgente entender a noscividade do monopólio na sociedade. Sob essa ótica, vale analisar o caso da petrobras, que como afirmou o instituto Global-PetrolPrice, faz com que a população brasileira pague a 47º gasolina mais cara do planeta, isso sem contar com todos os escândalos de corrupção entorno da empresa. Dessarte, urge reverter tal quadro à favor do povo.
Ademais, é necessário inferir os frutos gerados por tal gerência monopólista do governo. Nesse contexto uma escolha de prioridades é urgente, pois,de acordo com a Fundação nacional de saúde, cada real investido no saneamento básico economiza 4 reais no Sistema único de saúde. Á vista disso, pertence ao governo a escolha de qual a prioridade, manter um monopólio ou a vida do povo.
Dessa maneira, no que tange aos desafios do tratamento de esgoto, cabe ao Congresso Nacional junto ao Ministério da Saúde, por meio da continuidade na câ-mara do marco do saneamento básico, abrirem o mercado para a iniciativa privada, como aconteceu com os produtos tecnológicos. Para que assim, os brasileiros possam solu-cionar esse problema que já acabou em todos os países desenvolvidos e parem de ter suas vidas descartadas por negligência