Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 23/10/2020

Compreende-se saneamento básico como serviços que visam a distribuição de água potável, coleta e tratamento de esgoto, além da drenagem urbana. A exemplo, no Egito antigo, já existiam medidas de canalização e oferta de material originário do rio Nilo. No entanto, no Brasil, ainda que esse mecanismo seja de direito constitucional da população, não é visível o cumprimento dessa premissa.

Em primeiro plano, destaca-se as implicações relativas à saúde. Nesse sentido, é notório que à ausência de saneamento básico acarreta em doenças, como a leptospirose, bacteriose que tem como vetor roedores, que utilizam do lixo para sua disseminação. Por isso, cabe ao governo realizar investimentos em infraestrutura que conduza a realização desse mecanismo, prevenindo, assim, enfermidades.

Outrossim, ressalta-se os impactos no meio ambiente. Como exemplo, o filme americano “Aquaman”, mostra como mares e oceanos estão poluídos devido a má gestão de resíduos por órgãos responsáveis. Nessa perspectiva, um dos aceleradores desse processo é a falta de saneamento básico, quem causa enchentes e contaminação de fontes de água. Desse modo, é de extrema importância criar resoluções que sanem a problemática, como a ampliação dos serviços de coleta de lixo.

Portanto, é visível os efeitos negativos da escassez desse recurso. Sendo assim, é função do governo federal, órgão administrativo e impulsionador de melhorias na vida dos civis, realizar investimentos financeiros, por meio da utilização de impostos, para construção de redes de saneamento básico, visando, dessa forma, reduzir os níveis de transmissões de doenças e os impactos ambientais. Com efeito, o exemplos dos egípcios se fará presente na realidade brasileira, fazendo a melhora da qualidade de vida dos cidadãos.