Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 14/11/2020
O precário saneamento básico brasileiro se deu origem com a chegada da corte portuguesa nas principais regiões urbanas do Brasil, onde as pessoas que ali viviam tiveram que se mudar, de forma forçada, para as regiões montanhosas, formando-se, as favelas com péssima qualidade de vida. Atualmente, essa problemática vem crescendo desenfreadamente, pela estagnação da população e as dificuldades topográficas de acesso.
Em primeira análise, de acordo com o site de notícias G1.Globo, quase 20% da população brasileira não tem água tratada, e a grande maioria dessas pessoas vivem em regiões superpovoadas. Desse modo, é possível concluir que essas pessoas, privadas de condições mínimas para se viver, não são encorajadas afim de pressionar o governo para lhe oferecerem melhores condições de vida. De acordo com Coelho Neto, é na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais, desse modo, é perceptível enxergar esse “loop” familiar, no qual as escolhas dos jovens se fazem semelhantes às dos pais. Esta estagnação popular precisa ser controlada o mais rápido possível, em prol de uma sociedade mais justa.
Ademais, a estrutura física atual no Brasil é um dos principais agravantes para possíveis soluções, pois as regiões desfavorecidas de saneamento básico, geralmente, são íngremes e de difíceis acessos, tornando-se inviáveis muitos projetos de melhoria. O célebre filme ganhador de Oscar, Cidade de Deus, mostra a realidade topográfica dessas localidades, através das vivências rotineiras dos personagens, comprovando o árduo acesso para resoluções significativas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É dever do Governo, mais precisamente, o Ministério da Cidadania, em parcerias com as prefeituras, construir novas moradias adequadas para as pessoas que vivem nas favelas, por meio de um grande investimento do governo, com o intuito de erradicar o precário saneamento básico atual, resultando-se em uma sociedade brasileira mais igualitária e digna.