Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 26/11/2020
A questão citada em relação aos impactos da negligencia com o saneamento básico no Brasil é um fator que se faz em elevados debates quando discorridos, devido ser algo que gera inúmeros problemas para o âmbito social de uma comunidade, dois desses fatores problemáticos ocorridos pela falta e inadequação (quando um projeto de salubridade é colocado em prática parte das vezes não se é elaborado da forma correta com cuidados e precauções) encontra-se presente maior incidência de doenças e poluição dos recursos hídricos. Dadas estas informações cabe a abordagem para se discutir as dificuldades que o mesmo pode acarretar.
A priori, infere-se que, a maior incidência de doenças encontram-se relacionadas a população de baixa renda onde a ampla parte dessa classe se abriga próximos a leitos de esgotos a céu aberto, sofrendo assim com a precariedade higiênica, sendo relembrado também as pessoas que moram em lixões dividindo espaço com lixos, parasitas e outros elementos. Parafraseando o presidente da associação brasileira de engenharia sanitária do Mato Grosso do Sul: o saneamento é a vacina mais eficaz para inúmeras doenças que afligem a população. Observando o cenário, a alusão do autor se faz pertinente para possível solução e melhoria.
Outrossim, a poluição de recursos hídricos é causado por eutrofização antrópica poluindo as águas por meio do acúmulo de lixos urbanos, domésticos, industriais despejados propositalmente e inclusive pelas enxurradas acusadas pelas chuvas. Diante disso, fica evidente que esse fator ocorra devido a má e falta de elaboração governamental em saneamentos, levando assim os resíduos para despejo em afluentes gerando uma ligação com ocorrências de adoecimentos em bebês, crianças, jovens, adultos e idosos que fazem o consumo em uma fonte de água não potável sendo inadequada para o uso diurnal.
Portanto, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessas problemáticas, compete ao Ministério da Saúde se atentar para doenças recorrentes derivadas a precariedade de higienização, juntamente com o Ministério Público (MP) arquitetar projetos adequados que atenda uma elevada demanda de lixo, fazendo com que o mesmo tenha uma trajetória dentro dos centros urbanos apropriada com o correto manejo de tratamento após chegada ao local de abordagem do procedimento.