Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 26/11/2020

Durante o período colonial, as ações de saneamento eram feitas de forma individual, retomando-se a drenagem nos terrenos e instalação das fontes, sem alterações ligadas à filtração e tratamento, por exemplo, de águas potáveis ​​e redes de esgoto. Há uma enorme escassez nas condições de saúde pública no Brasil, interligada principalmente para promover um saneamento básico com qualidade. É fato e indiscutível que problemas como esses são causados ​​pela falta de fiscalizações e projetos, e por falta de investimentos.

O controle, a segurança, a integração das infraestruturas e a gestão de recursos hídricos são exemplos dos princípios da Política Nacional de Saneamento Básico, esses fatores comprovam que é necessário uma fiscalização não apenas no cumprimento e na entrega desses tipos de projetos, mas também precisa de constantes fiscalizações no funcionamento e atendimento, além de favorecer cada vez mais para o processo de melhoria.

Ademais, como diria o co-fundador da Greenpeace, Paulo Atson, a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente, percebe-se que usar os conhecimentos para se aprofundar em ideias e maneiras não deixa de ser a melhor forma de resolver os problemas, porem, é fato que pensar e realizar não é a único impasse, e sim os investimentos financeiros que por muitas vezes são desviados de forma incoerente.

Depreende-se, por tanto, que é imprescindível para mitigação dos objetivos para combater a precariedade do saneamento básico. Assim, o Tribunal de Contas da União, deve direcionar capital que, por intermédio do poder judiciário, será revertido em revisões contínuas através de fiscalizações, vigilâncias, e criação de projetos com base na demanda, uma vez que por processos naturais, por exemplo, também pode haver impasses, com o objetivo de evitar a precarização do saneamento básico brasileiro. Dessa forma, torna-se mais realista a citação de Paulo Atson.