Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 03/01/2021
Em meados do século XVIII, deu-se início a primeira fase da revolução industrial que foi um processo que aumentou exponencialmente as quantidades fabricadas de produtos de todas as áreas industriais. No entanto, esse avanço não foi acompanhado pelo crescimento do planejamento urbano, assim as classes mais baixas começaram a ter que morar em regiões periféricas onde essas tinham que conviver com esgoto a céu aberto, por exemplo. Por conseguinte, isso aconteceu no Brasil e trouxe uma piora na qualidade de vida das pessoas mais pobres, uma vez que, uma das consequências da falta desse saneamento básico é a contração doenças. Portanto, torna-se oportuno frisar os dois principais desafios que impedem a melhora desse: negligência estatal e a falta de verba governamental.
Visto isso, é vital mostrar a forma com que a negligência estatal afeta a precariedade do saneamento básico brasileiro. Outrossim, mesmo que a resolução desse problema influencie em outras questões de saúde pública, como foi supracitado, o governo brasileiro continua ignorando essas demandas das regiões mais periféricas. Ademais, para se entender o motivo disso é válido citar a fala do sociólogo Hobbes que afirma que o homem é o lobo do homem, portanto ele busca o próprio benefício acima do dos outros, independente se vai prejudica-los. Nessa lógica, os políticos buscam projetos que beneficiem a própria vivência e não se esforçarão para resolverem problemáticas de classes mais pobres. Dessa forma, fica claro que uma das causas do estado atual do saneamento básico é a negligência.
Por outro lado, é imperioso ressaltar como a falta de verba governamental causa a piora do saneamento básico brasileiro. A priori, isso pode ser visto por meio da pedalada fiscal que aconteceu em 2013 a presidente da época, Dilma Rouseff, teve que atrasar o repasse de verbas para bancos, tanto públicos quanto privados, para aliviar a situação monetária do país. Nessa lógica, esse tipo de atitude, apesar de não estar de acordo com a lei, foi tomada tendo em vista a grave situação financeira em que o Brasil estava. Desse modo, fica evidente a gravidade da situação da nação e também mostra que um dos motivos da precariedade do saneamento básico era que o Estado não tinha dinheiro para investir nesse.
Depreende-se, que para que o problema da precariedade do saneamento básico brasileiro é necessário que organizações não governamentais (ONGs), por meio da contratação de agências de publicidade, realizem campanhas que mostrem para toda a população, tendo enfoque nas classes mais pobres, a importância daquele serviço básico. Além disso, essa propaganda mostraria pessoas que sofreram com doenças em decorrência da precariedade dessa, para comover o interlocutor, e essa passaria em horário de pico de audiência em todas as emissoras de televisão e rádio. Por fim, tudo isso seria feito com a finalidade de superar os desafios para melhorar o saneamento básico brasileiro.
pedalada fiscal/ impeachment dilma
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