Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 02/04/2021

A web série “Catador, Reciclagem, Trabalho e Saúde”, disponível no youtube, revela a precariedade do saneamento básico brasileiro como, o impacto ambiental gerado pela produção de lixo nas grandes cidades. Faz -se necessário superar desafios para melhorar o préstimo essencial nas regiões periféricas. Haja vista, a  precarização do saneamento básico, além disso, o progresso da coleta seletiva na comunidade.

Convém ressaltar, em primeiro plano,  conforme dados da Organização das Nações Unidas _ ONU, mais de 35 milhões de canarinhos não possui serviço de saneamento básico sendo pior em áreas próximas a grandes metrópoles. A defasagem da estrutura sanitária, isto é, inexistência dela mostra números assustadores de mortes ligadas a esse fato, cerca de 15 mil óbitos e 350 mil internações ao ano de acordo com órgão, traz dor e sofrimento a comunidades excluídas, assim como seus direitos como cidadãos feridos pela falta de amparo Estatal. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.

Em consoante, o mau aproveitamento de produtos das atividades humanas, considerado pelos geradores inúteis, indesejáveis ou descartáveis. Impacta as populações marginalizadas. O lixo está entre os principais problemas  devido à destinação incorreta. Essa perspectiva pode ser comprovada pelas palavras do MC brasileiro Léo da baixada: “Do lixo ao luxo revertemos a situação”. Nesse sentido, é possível transmudar uma situação que é problema para uma  progenitora de subsistência as famílias da região.  Portanto, medidas cabíveis são necessárias para uma amenização ou possível superação do impasse.

Cabe ao Congresso Nacional formular medidas que garantam os direitos das populações menos favorecidas, atráves de políticas públicas, como a criação de um pacote de planos inclusivos visando a melhoria do saneamento nas áreas carentes, como o mapeamento para implantação de redes de água potável e esgoto. Outra ação eficaz é a criação de cooperativas  de tratamento e separação correta dos materiais, e treinamento cedido pela prefeitura  para inserção da comunidade na ação cooperativista. Visando assim a redução de custos públicos para coleta, e gerar renda para um grande contingente de pessoas que, sem as cooperativas, teriam suas condições de trabalho enormemente precarizadas e desafogar o meio ambiente. Enfim, trazer dignidade, trabalho e saúde como consta na carta Magma 1988.