Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 14/04/2021
A Constituição brasileira de 1988 estabelece a todos os direitos ao saneamento básico. Entretanto, fora do papel grande parte da população não possui acesso à água potável e ao tratamento de esgoto. Assim, seja pela falta de políticas públicas eficientes, seja pela exclusão social, essa problemática exige uma reflexão urgente.
A priori, é necessário ressaltar a importância de medidas públicas eficientes. Dessa forma, a falta de saneamento básico é essencial para garantir uma melhor qualidade de vida para a população. Isso porque, ela abrange ações como coleta de lixo, rede de esgoto e água potável, coisas que são indispensáveis para a saúde humana. Nesse sentido, o poder público brasileiro não garante o bem-estar social do povo, que é assegurado pela lei número 11.445. Logo, é inaceitável que essa situação se perpetue na sociedade contemporânea.
Somado a isso, a exclusão social corrobora de forma intensiva para o problema em questão. Isso acontece, pois, a falta de saneamento básico é encontrado de forma acentuada, principalmente, nas periferias das cidades. De acordo com o site ETEs sustentáveis, essa ausência demonstra a desigualdade da sociedade, já que a falta dessa infraestrutura assola quem vive nas áreas rurais, em pequenas cidades, nas vilas e favelas. Não cumprindo assim, o que está descrito na constituição de que todos são iguais perante a lei e tem direito à igualdade, sem distinção de qualquer natureza.
Portanto, medidas são imprescindíveis para acabar com a adversidade em questão. Desse modo, cabe a população, se expressar através de passeatas, manifestações e petições online, para pressionar o governo a tomar uma atitude, com a finalidade de democratizar o acesso aos serviços sanitários. Somente assim, essa atribulação será gradativamente erradicada, pois conforme Gabriel O pensador, “Na ausência do presente a gente molda o futuro“.