Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 11/04/2021
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante o nacionalismo ufanista acreditando em um Brasil mais o tópico. Entretanto, o descaso com o amento precário básico torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva seja pela desigualdade social, seja pela poluição dos recursos hídricos, problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
Em primeiro lugar, é necessário destacar que esse sonho de um Brasil perfeito está distante do Brasil real, visto que a relação social leva o país de encontro a essa concepção idealizada por Quaresma. Isso porque, diante a disarmonia na relação limita a cidadania do indivíduo que tem direito ao bem-estar social, assim o cidadão fica à mercê da própria sorte. Segundo a UNESCO, qualquer país só evoluirá quando houver políticas públicas eficazes para combater os problemas. Portanto, o legado de negligência e ignorância frente a relação do saneamento básico persiste e impede que o Brasil prospere rumo ao desenvolvimento social pleno.
Em segundo lugar, é importante salientar que a poluição dos recursos hídricos corrobora de forma intensiva para o entrave. Isso porque, à água potável e ao saneamento básico é um direito essencial do ser humano, ainda há muitas pessoas não sabem o que é possuir água tratada em suas residências. Dessa forma, verifica-se que o crescimento industrial também contribui para a poluição hídrica visto que muitas empresas burlam a legislação e lançam resíduos industriais nas águas sem, ou parcialmente, algum tratamento. Nesse sentido, é necessário que medidas imediatas sejam tomadas para que a sociedade de modo geral possa usufruir do seus direitos.
Portanto, faz-se necessário uma intervenção no problema. Assim especialistas no assunto com apoio de ONGs também especializadas da e desenvolver ações que revertam a precária situação do saneamento. Tais ações devem ocorrer nas redes sociais por meio da produção de vídeos que alertem sobre as reais condições da questão, comparando o tratamento que a mídia da com relatos de pessoas que de fato vivenciou tal problema. É possível também criar uma hashtag para identificar a campanha e ganhar mais visibilidade, afim de concientizar a população sobre as consequências do asseio básico. Talvez, assim, seja possível construir um Brasil de que a sociedade pudesse se orgulhar.