Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 18/04/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a dignidade de todas as pessoas em termos de saúde ou bem-estar social. No entanto, uma falta de instalações de saneamento básico no Brasil, na verdade, impede as pessoas de desfrutar desse direito universal. Nessa perspectiva, se uma sociedade integrada deve ser realizada, esse desafio deve ser superado imediatamente.
Em uma primeira análise, podemos destacar uma falha do poder público como um dos graves agravantes da geração tributária, pois se não houver tratamento adequado, o esgoto será lançado diretamente no rio, causando eutrofização e destruindo todo o ecossistema. De acordo com o Sistema Nacional de Informações em Saúde, apenas 50,3% dos brasileiros podem usar a rede de coleta de esgoto. Dado o valor dos impostos cobrados dos brasileiros, ele não pode esperar que o estado seja obrigado a fornecer-lhe um valor mínimo de impostos.
Além disso, o geógrafo Milton Santos dividiu o território nacional brasileiro em espaços opacos e luminosos, segundo os quais a luminescência tem recebido mais atenção do governo e os opacos são menos contemplados. A partir dessa reflexão, fica claro que a ideia do geógrafo está correta, pois as pessoas que mais sofrem no Brasil e carecem de políticas públicas voltadas para a melhoria das condições básicas de saúde são as mais pobres.
Portanto, pode ser considerado essencial uma solução para esse problema. O governo federal deve criar programas nas universidades para estimular novas ideias sustentáveis que possam gerar energia e fertilizar efluentes por meio de biodigestores, para que além de tomar medidas mais rápidas, tenha também novas possibilidades de lidar com as condições sanitárias básicas. Desta forma, o país pode ficar longe da escuridão e ficar completamente iluminado.