Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 19/04/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde e ao bem estar social. Entretanto, a precariedade do saneamento básico brasileiro impossibilita que uma parcela da população brasileira desfrute de seus direitos na prática. Isso ocorre, principalmente, devido a uma má distribuição da renda nacional, e ao crescimento desordenado das áreas urbanas - cenáro que exige mudanças.
Em primeiro plano, é preciso ressaltar que o acesso ao saneamento básico é um direito previsto em lei, e que sua obtenção não deve ser um privilégio. De acordo com o G1, aproximadamente, apenas a metade da população brasileira possui este recurso, e do total gerado cerca de 53,7% não é efetivamente tratado. Visto que as áreas urbanas não tiveram um planejamento de crescimento, diversas zonas surgiram desordenadamente, e consequentemente não obtiveram obras relacionadas ao saneamento.
Outro ponto a ser considerado, é a má distribuição da renda nacional, que agrava ainda mais essa problemática, já que os locais mais afetados calham a ser também os mais pobres. É fato que em áreas de periferia há um descaso dos governos, o que acentua ainda mais um cenário de desigualdade social gerada, principalmente, pela ineficiência dessa divisão da arrecadação.
Portanto, vê-se necessária a intervenção estatal para melhorar as condições do sanemaneto básico no Brasil. Dessa forma, cabe ao Governo Federal, em conjunto aos governos locais, melhorar as condições de saneamento básico para todos os indivíduos, por meio das chamadas obras invisíveis, como instalação de redes de coleta de esgoto e galerias, a fim de melhorar a qaulidade de vida das pessoas. Ademais, a população de maneira geral, deve pressionar esses governantes a cumprirem com essas tarefas, para que assim a população brasileira em sua maioria possa usufruir de seus direitos.