Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 06/04/2021

O saneamento básico é garantido pela Constituição Federal e reconhecido pela ONU como direito humano e fundamental. São medidas essenciais que visam prevenir doenças e promover saúde, com acesso a água potável, coleta e tratamento de esgoto, entre outros. Contudo a maioria das cidades brasileiras não são atendidas desse recurso, por conseguinte, sua ansência representa risco à saúde pública e ao meio ambiente, sendo as cidades periférios os principais alvos. Portanto, faz se necessario políticos para reverter a situação.

Em primeira análise, podemos ressaltar a negligência do Poder Público como um dos grandes agravadores da população afluentes, pois sem o devido tratamento o esgoto é diretamente jogado em rios. De acordo com o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento, pouca coisa superior a 50% dos brasileiros tem acesso a coleta de esgoto.

Indubitavelmente, o convivio atual coma falta de saneamanto básico está relacionado com a expansão elevado das cidades. Sem planejamento e infraestutura, o ambiente urbano torna-se caótico e intensifica os problemas de saúde pública, atribuido a água contaminada, por exemplo. Porém, o aumento populacional na última década influenciou não só na omissão de coordenação entre outros estados e municípios, mas também prejudicou o avanço dos serviços de coleta de esgoto no país.

Perante a ineficiência do poder público, medidas são cruciais para modificar o quadro do saneamento básico no Brasil. A fim de diminuir o impacto ambiental e proteger a saúde humana, o Ministério do Meio Ambiente com a Anvisa devem promover a coleta adequada de lixo e esgoto com tratamento e implantar um aterro sanitário compartilhado entre as cidades vizinhas, destarte, não contribuiria com o efeito estufa, nem com o esgoto em locais inseguros.