Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 19/04/2021

O saneameto básico é garantido para toda a população, sendo considerada um direito básico de acordo com a lei 11.445 da Constituição Federal, entretanto o cenário real não condiz com a legislação, onde o país apresena que cerca de 54,1% de brasileiros não possuem acesso à coleta de esgoto e tratameto de água, segudo uma pesquisa realizada pelo SINS no ano de 2019, e com essa situação provoca-se diversas consequências para os cidadãos.

Sob esse viéis, é notório que nesses ambientes há a falta de políticas públicas, onde além de sua desvalorização e da poluição gerada nos solos e na água, traz riscos para o povo, favorecendo o contágio de doenças, como chagas e leptospirose, por exemplo. Com este fator, percebe-se como a motalidade ifantil está diretamente relacionada, onde no Norte do Brasil, apenas 13,2% possui rede de esgoto, segundo o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o PLANSAB, para promover a universalização do saneamento, é necessário realizar um investimento de R$ 508 bilhões. No entanto, políticos priorizam os investimentos menores e que tem um retorno rápido, como no lazer e na infraestrutura ao contrário de obras públicas que não são tão visíveis, tal como dutos e encanamentos subterrâneos que seriam investimentos a longo prazo.

Diante dos fatos apresentados infere-se que é dever do Governo Federal, juntamente com o Miitério da Saúde promover campanhas midiáticas alertando os devidos cuidados que a população moradora em áreas sem o recuso deve possuir, além de programas visando obras nessas regiões necessitadas, assim como fiscalizações nas mesmas, tornando assim um país onde desfrutam-se de seus direitos com segurança e saúde.