Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 09/04/2021

É notório que as condições de saneamento básico no Brasil não são tão boas. Parte abreviada da população brasileira não possui coleta de esgoto e não pode obter água tratada em casa, o que acarretará em queda na qualidade de vida, ocorrendo maior exposição às doenças transmitidas pelo esgoto sobrecarregando o sistema público de saúde no Brasil. Nesse sentido, pode-se destacar o descaso do Estado e o risco à saúde pública.

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que o Brasil precisa de instalações de saneamento básico. De acordo com a Constituição Federal, essas instalações são direito de garantia, assim como o conjunto de serviços de infraestrutura disponível à sua promoção. O saneamento básico ocorrido tem feito com que o esgoto seja lançado ao ar livre, geralmente perto da comunidade, de modo que o esgoto vai se tornar um habitat para bactérias patogênicas e vermes. Doenças que afetam a população preenchem todo o sistema de saúde.

Além disso, é importante destacar que segundo a Organização Mundial da Saúde, o objetivo principal do saneamento é proteger o direito à vida das pessoas. Portanto, a falta mecanismo mecanismo prejudicará toda a sociedade, pois o tratamento avançado das águas residuais não só confirma a vulnerabilidade dessa estrutura social a doenças como leptospirose, febre tifóide e cólera, mas também agrava epidemias como dengue. Doenças que afetam a população e preenchem todo o sistema de saúde.

Dado exposto, para amenizar a situação é de extrema importância que o Ministério da Saúde se associe à Secretaria Municipal para promover a constituição de uma equipe composta por profissionais das áreas de administração, saúde e engenharia. Visite locais sem sistema de tratamento de esgoto e coma um planejamento por meio de verba orçamentária e convênios com instituições privadas. Com essa medida, espera-se que a falta de saneamento básico não faça parte da realidade das futuras gerações.