Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 07/04/2021

O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade do governo no que concerne à questão da democratização do acesso ao saneamento básico. Dessa forma, observa-se que este problema reflete um cenário desafiador, seja em virtude da escassez de investimentos, seja pela intensificação da desigualdade social.

No filme “O Poço”, possui uma forte vertente crítica em retratar a luta desumana pela sobrevivência, em um âmbito cada vez mais presente, a desigualdade. Fora da ficção, no contexto atual, verifica-se que a falta de saneamento é reflexo da desigualdade, da carência de notoriedade, investimentos e do conhecimento popular a respeito do que sana o assunto, afim de uma participação ativa.

Na lei n° 11.445, promulgada em 5 de janeiro de 2007, estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a política federal de saneamento básico. Entretanto, urge ressaltar que a mesma não possui um papel eficaz, como evidência disso pode-se citar o agravamento da saúde pública, devido a inapropriação de enumerados ambientes que corroborou para uma intensa proliferação de doenças. Além disso, foi suscetível para a amplificação da desigualde social.

A fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de determinados agentes implicados em universalizar a atuação do saneamento básico em todo Brasil. Portanto, o governo junto ao Ministério da Saúde deve promover o envio de verbas e a realização de palestras, em comunidades e escolas, por meio de um projeto de lei entregue à câmara dos deputados. Como resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá a conscientização da população a respeito do assunto e o selamento dessa problemática.