Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 09/04/2021

Publicada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a toda sociedade dignidade, seja na saúde ou no seu bem-estar. Com isso, todos esperam que esses fatores, principalmente o saneamento básico, seja de boa qualidade para população. No qual, são medidas para prevenir doenças e promover à saúde, com acesso a água potável e tratamento de esgoto, entre outros.

Todavia, o saneamento é algo bastante diferente e preocupante na sociedade brasileira, gerando um risco à saúde pública e ao meio ambiente, por esse motivo é tão necessário políticas públicas para reverter a situação. Sendo assim, vale ressaltar que quase 50% do total do esgoto humano produzido no país é despejado a céu aberto, sua consequência é por meio da matéria orgânica, na qual se destaca em lagos e rios.

Contudo, a falta de saneamento básico não é somente a estética de uma rua ou avenida, mas é algo que está no cotidiano das pessoas que sofrem com águas contaminadas, esgoto aberto e fortes odores, o que deixa as pessoas mais desprotegidas de doenças que poderiam ser evitadas. Geralmente isso ocorre em bairros mais pobres, que depois necessitam ir ao SUS e assim requerem cada vez mais investimento, gerando um ciclo.

Diante disso, a importância do poder público, com medidas necessárias para converter o quadro do saneamento básico no Brasil é visível e essencial. O Ministério do Meio Ambiente juntamente com a Anvisa devem providenciar a coleta adequada de lixo e esgoto com tratamento e introduzir aterros sanitários nas cidades vizinhas, para não contribuir com o efeito estufa e esgotos em locais inseguros. A população por sua vez, ajuda também contribuindo com a diminuição de lixos jogados na rua.