Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 12/04/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aludida pelas Nações Unidas em 1948, deve a dignidade de todas as pessoas referentes a saúde ou bem-estar social. No entanto, a falta de saneamento básico no Brasil, na verdade, impede as pessoas de desfrutar desse direito universal, fazendo com que os mesmos contrair doenças. Nessa perspectiva, para que se concretize uma sociedade integrada, esse desafio deve ser superado imediatamente.

Em primeiro lugar, é valido ressaltar que a carência desse direito é um impasse social a ser solucionado. Em Urupês, uma obra de monteiro lobato, o personagem Jeca tatu representa um caipira que vive em péssimas condições e está sempre suscetível a doenças, como é o caso do mesmo que acaba sendo afetado pela ancilostomose, tudo isso em virtude da falta de cuidado do poder público com medidas sanitárias.

Segundamente, além disso, o geógrafo Milton Santos dividiu o território nacional brasileiro em espaços opacos e luminosos, no qual, os ambientes luminosos recebem mais atenção do governo e já os espaços opacos percebe-se é ao contrario. A partir dessa reflexão, fica claro que a ideia do geógrafo é correta, pois as pessoas que mais sofrem no Brasil e carecem de políticas públicas voltadas para a melhoria das condições básicas de saúde são as mais pobres.

Em virtude dos dados mencionados, é mister que o governo seja mais atencioso em relação ao saneamento básico, a divisão social deve ter uma igualdade para que todos possam desfrutar desse direito que a LEI Nº 11.445 dos princípios fundamentais estabelece, a produção de campanhas a favor de construção de postos de saneamento básico tem um papel fundamental para que possa atingir um percentual de pessoas com direito ao mesmo.