Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 18/04/2021

Em meados das décadas de 1950 e 1980, o Brasil teve a maior parte do crescimento e desenvolvimento das médias e grandes cidades fazendo dos últimos 60 anos o grande período de urbanização no país. Entretanto, com esse avanço surgiram diversos conflitos como o caso de desafios de fornecer um saneamento básico para todos.

Entretanto, sabe-se das dificuldades eminente para oferecer um saneamento completo para uma população com mais de 200 milhões de habitantes. Além disso, muitos brasileiros moram em lugares que são mais “propícios” para a falta do saneamento, até mesmo pela dificuldade da instalação no local , como são os casos das periférias e do nordeste que quase não possue reservas de água doce. “Mais de 80% da população tem acesso a água tratada, mas somente cerca de 50% da população tem coleta de esgoto. Quando olhamos para os números do tratamento a situação ainda é pior: aproximadamente 46% do esgoto gerado é tratado”.

“Em 2017, o Ministério da Saúde, verificou mais de 258 mil internações por doenças de veiculações hídricas no país; também, segundo o IBGE, nos últimos anos, 800 mil casos de doenças estão ligadas a má qualidade do saneamento básico”. Sabe-se que a falta do saneamento básico pode gerar diversos caso de doenças, como consequência da falta de saneamento, pode-se citar os riscos à saúde da população, sendo as doenças com maiores incidências devido a exposição a esses ambientes: leptospirose, disenteria bacteriana, esquistossomose, febre tifóide, cólera, parasitóides, além do agravamento das epidemias tais como a dengue.

Portanto, é de extrema importância que haja a colaboração maior entre o Ministério do Meio Ambiente e da Saúde junto ao Governo Federal para que seja cumprida a Lei de Garantia de Saneamento Básico em regiões de qualidade estrutural periférica, e assim garantindo uma qualidade de vida melhor para a população.