Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 17/04/2021

O projeto de saneamento brasileiro passa por momentos de extremas dificuldades. Com isso, nota-se que no país sempre houve um sistema fajuto, pois a maioria das cidades brasileiras não são contempladas com tal recurso, aumentando consideravelmente o risco à saúde da população que vive nessas condições. Desse modo, se faz necessário políticas públicas que possam contornar esse parâmetro em que a saúde se encontra.

É impossível negar que o meio ambiente não sofre consequências geradas por esse fato, já que a maioria dos lixos são despejados em valões à céu aberto, prejudicando também as pessoas que residem em seus entornos. De acordo com o Atlas Esgoto, 40% dos lixos no Brasil vão para os lixões, produzindo o gás metano e contribuindo para o efeito estufa em todo planeta, sem contar que quando esse produto é descartado em rios aceleram bastante a morte de várias espécies de peixe, podendo ocasionar até mesmo extinções.

A falta de saneamento muita das vezes se dá pela falta de planejamento das autoridades, onde procuram meios de expansão dentro de cada cidade e esquecem que vários lugares ainda nem adquiriram o serviço público que deve ser obrigatório em todos os locais. O Governo Federal aprovou em 2007, uma lei que obriga a todo prefeito elaborar um plano municipal de saneamento básico, porém isso não é vem sendo cumprido à risca, já que grande parte da população não é presenteada com tal feito.

Perante aos fatos citados acima, medidas cabíveis são de extrema importância para que esse quadro do saneamento público se reverta. Contudo, o Ministério do Meio Ambiente junto a Anvisa devem providenciar a coleta adequada de lixo e implantar mais aterros sanitários para que esse lixo seja descartado de uma maneira menos prejudicial tanto ao meio ambiente quanto a saúde de toda população.