Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 23/04/2021
Hodiernamente, muito se discute sobre os desafios para melhorar o precário saneamento básico é a infraestrutura básica para garantir a qualidade de vida e de desenvolvimento social e econômico da população. Contudo, é necessário que ocorram reuniões dentro das comunidades para lembrar a todos que saneamento básico é um direito garantido por lei e pressionar o governo com a exposição.
De acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), apenas 43% da nação é atendida por uma rede coletora, 12% por fossa séptica, 18% tem o esgoto coletado, mas não tratado, e 27% não tem coleta nem tratamento. A situação se agravou na pandemia da covid 19. Há hipóteses que mostram a presença do coronavírus nos excrementos humanos, propiciando a contaminação via oral-fecal da população que convive com esgoto ou sem água tratada.
Assim sendo, os problemas se acumulam na infraestrutura, nos déficits de qualidade de vida e na garantia de direitos universais. O Congresso Nacional concluiu que o setor privado seria uma parte da solução. As desigualdades regionais também são perceptíveis. As cidades mais desenvolvidas, como São Paulo e Rio de Janeiro, têm o índice de tratamento de esgoto de 93%, já Belém, por exemplo, tem 7,7%. De acordo com os fatos mencionados, é mister que cabe ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) deve reverter o processo de eutrofização dos rios, contribuindo para uma melhoria do meio ambiente. Em segundo lugar, o Ministério de Infraestrutura e Planejamento criar um projeto que tenha investimento único para diminuir o número de cidades sem saneamento. Só assim, a população passará a exigir com mais afinco a realização de obras para sanar o déficit.