Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 12/04/2021

Em julho de 2010, a Assembleia Geral da ONU adotou a Resolução nº 64/292, que reconhece o direito humano de acesso à água potável e ao saneamento como essencial ao gozo integral da vida e dos demais direitos humanos. Entretanto, no Brasil uma grande parte da população não tem acesso ao essencial direito humano. Vivendo em uma situação de total esquecimento por parte dos governantes e se expondo á muitas doenças pela falta de água potável, pois devido a isso, utilizam de água não tratada para sua higiene básica.

Um balaço feito em 2019, mostra que apenas 53,2%  da população possuí acesso a rede de esgoto, mostrando um lento avanço no país na disponibilização de saneamento básico. A falta de acesso á um direito humano de uma parcela da população causa graves doenças, como diarreias, verminoses, hepatite A, leptospirose e esquistossomose, deixando essa parte pobre do país completamente vulnerável.

Contudo, o governo busca medidas para combater esse grave problema em nossa sociedade. Como a criação do PLANSAB (Plano Nacional de Saneamento Básico), em 2014, buscando reduzir o número de habitantes sem acesso a saneamento básico e melhorar a condição de vida de pessoas que vivem em periferias. Porém, o investimento é baixo tornando o acesso á saneamento de toda população, algo muito distante em questão de tempo.

Portanto, o governo federal, em conjunto com os governantes estaduais, deve desenvolver medidas eficientes para proporcionar a toda a população o acesso ao saneamento básico, e investir um valor considerável em projetos já existentes, como o PLANSAB, para dessa forma diminuir o longo tempo de conclusão do projeto. Proporcionando dessa forma, acesso de toda população a um direito humano e também diminuíndo consideravelmente o número de pessoas doentes, pois não irão mais utilizar de água não tratada.